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Investigação Patrimonial em Execução de Alimentos | Ribeiro Indalécio Advogados
Artigo · Execução de Alimentos

Ele diz que não tem dinheiro: como a investigação patrimonial ajuda na execução de alimentos

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É uma das frases mais comuns em processos de pensão alimentícia: "não tenho como pagar". Só que, na prática, muitas vezes existe renda e patrimônio — apenas organizados de um jeito que não aparece à primeira vista. É aí que entra a investigação patrimonial.

O problema do "não tenho dinheiro" no papel

É comum que o devedor mantenha bens em nome de terceiros, receba valores por fora ou registre uma renda formal bem menor do que o padrão de vida real que leva. Cobrar a pensão apenas com base no que está declarado, nesses casos, tende a não resolver nada.

O que a investigação patrimonial consegue mostrar

  • Veículos, imóveis e outros bens registrados em nome do devedor ou de pessoas próximas a ele.
  • Participação em empresas, mesmo quando o devedor não aparece formalmente como sócio.
  • Sinais de padrão de vida incompatível com a renda declarada — viagens, compras, redes sociais, movimentações públicas.
  • Contas e vínculos que ajudam a reconstruir o quadro financeiro real da pessoa.

Esse levantamento é feito com técnicas de investigação digital e consulta a fontes públicas e oficiais, sempre dentro da lei — não se trata de invadir a privacidade de ninguém, mas de reunir o que já é acessível e organizá-lo de forma útil para o processo.

Como isso ajuda na prática

Com um retrato mais realista do patrimônio do devedor, o processo de execução ganha força: fica mais fácil pedir penhora sobre bens específicos, discutir a real capacidade de pagamento e evitar que a pensão fique perpetuamente em atraso. É por isso que, dentro do escritório, o trabalho jurídico caminha junto com a investigação de ativos feita pela Hofens.

Próximo passo

Vamos entender o seu caso

Se a pensão não está sendo paga e o devedor alega falta de recursos, vale investigar antes de continuar cobrando no escuro.

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